Grupo de pesquisa ligado à linha de Comunicação e Política do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Paraná.

Clippings

12/06/2020 20h00

 

Luciana Panke publica ensaio no Jornal Plural sobre as manifestações de rua durante a pandemia do coronavírus

No último dia 5 de junho, a Profª Dra. Luciana Panke, fundadora e líder do grupo de Comunicação Eleitoral da UFPR, publicou o ensaio “Ativismo e pandemia: a viralização de ideias e a propagação do vírus” no Jornal Plural, um popular veículo de comunicação online da cidade de Curitiba.

A morte de George Floyd por policiais nos EUA provocou uma onde protestos em todo o mundo contra o racismo. Crédito da foto: Pam Santos/Fotos Públicas

A morte do cidadão negro George Floyd por policiais brancos nos EUA provocou uma onda de protestos em todo o mundo contra o racismo e recolocou em evidência na mídia o movimento ‘Black Lives Matter’ (ou ‘Vidas Negras Importam’, em português)
Crédito da foto: Pam Santos/Fotos Públicas

Refletindo sobre a presença do racismo estrutural no Brasil e nos Estados Unidos, Luciana Panke discorre sobre a ocorrência de manifestações de rua em uma época em que as autoridades sanitárias recomendam fortemente o isolamento social para conter o avanço da pandemia da COVID-19.

Confira aqui o ensaio na íntegra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10/07/2020 15:10

Coordenadora do Portal da Transparência Eleitoral e membro do CEL/UFPR concede entrevista à Rádio Band News FM sobre Adiamento das Eleições Municipais

 

Logo-BN-FM-Curitiba-1-300x212Devido a pandemia, a Câmara dos Deputados logo deve analisar a proposta de emenda da Constituição de adiamento das eleições. Para entender como fica o cenário eleitoral, a profª Dra. Ana Claúdia Santeno, atual Coordenadora Geral do Brasil para Transparência Eleitoral e colaboradora do CEL, participou do programa da rádio Band News FM nesta segunda-feira (29) via chamada de voz.

Na entrevista, Ana Cláudia respondeu sobre como  seria organizado o calendário eleitoral se os atuais mandatos da esfera municipal fossem prorrogados. Reforçando que o interesse de alguns setores políticos em prorrogar os mandatos atuais visa unificar as eleições de 2022 – o que é juridicamente insustentável -, a pesquisadora chamou a atenção para a importância da ocorrência das eleições mesmo em meio à pandemia.

Confira no link abaixo a entrevista completa:

 

10/07/2020 15:15

Aryovaldo Azevedo concede entrevista para à Rádio CBN Curitiba sobre Campanhas Eleitorais na Pandemia

-EDKoZ20_400x400Conforme divulgado pelo Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), em concordância com a Emenda Constitucional n°107 promulgada pelo Congresso Federal (quinta-feira, 2), foram definidas novas datas para as eleições da esfera municipal. O primeiro turno será realizado no dia 15 de outubro e o segundo turno acontecerá no dia 29 de novembro deste ano. Não haverá prorrogação dos mandatos atuais e a data de posse dos eleitos permanece no dia 1° de janeiro de 2021.

Em meio a pandemia do novo coronavírus, as campanhas eleitorais terão de se adaptar a realidade do isolamento social, abandonando as formas mais comuns de propaganda política, que envolvem aglomerações humana. Para falar sobre essa particularidade extraordinária das eleições, o prof° Dr. Aryovaldo Azevedo Jr, coordenador do grupo de Pesquisa em Comunicação Eleitoral (CEL) e professor do curso de Publicidade e Propaganda da UFPR, concedeu entrevista nesta sexta-feira (9) à rádio CBN Curitiba, durante o programa vespertino.

No atual cenário de quarentena, Ary Azevedo destacou o protagonismo das mídias sociais e a importância do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) para a efetiva comunicação política entre candidatos e eleitores.

Confira aqui na íntegra a entrevista completa.

 

20/08/20 12h15

Líder do CEL-UFPR é entrevistada pelo jornal “El País” sobre invasão de eventos virtuais para mulheres na política

Referência na América Latina em pesquisa sobre mulheres e política, a professora Luciana Panke teve reunião de evento internacional invadida no Zoom. CARLOS LOCATELLI/DIVULGAÇÃO UEM

Referência na América Latina em pesquisa sobre mulheres e política, a professora Luciana Panke teve reunião de evento internacional invadida no Zoom.
CARLOS LOCATELLI/DIVULGAÇÃO UEM

Nesta quarta-feira, 19, o Jornal “El País” publicou uma matéria em português a respeito do sequestro machista de videoconferências sobre política para mulheres com pesquisadoras acadêmicas e pré-candidatas à eleição. O fenômeno, batizado de “Zoombombing”, em referência aos ataques ocorridos na plataforma mais utilizada durante a pandemia, o “Zoom”, tem veiculado xingamentos sexistas e imagens pornográficas predominantemente durante discursos femininos. Na reportagem, Luciana Panke, que é líder do CEL e conferencista internacional referência quando o assunto é política e mulheres, e Simone Hubert, professora do curso de Jornalismo da PUC-PR, comentaram o ataque cibernético ocorrido em junho durante o foro virtual La Politica es Cosa de Mujeres, promovido pelo Conselho Nacional Eleitoral do Equador, da qual ambas participavam.

Segundo a pesquisadora, esse é apenas um dos inúmeros ataques que acontecem recorrentemente com mulheres ingressantes na área política. Infelizmente, ainda hoje, a política partidária é tida como um “espaço de homens” e possui inúmeros obstáculos para o ingresso feminino. Porém, seguindo os preceitos essenciais da democracia representativa, as mulheres continuarão buscando a igualdade de oportunidades entre os gêneros, e cada vez mais se inserindo na política e assumindo o protagonismo nas decisões públicas do país.

O “El País” é um veículo de comunicação social líder na língua espanhola, com mais de 65 milhões de leitores em todas as suas edições. O jornal também publica matérias em inglês e português, possuindo uma Redação em São Paulo e uma edição online brasileira. Atualmente, o veículo possui dois milhões de seguidores nas principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Youtube), sendo referência em assuntos políticos do cenário internacional.

Confira a matéria completa publicada no jornal clicando aqui.

 

 

 

 

24/08/2020 16h00

Luciana Panke, líder do CEL/UFPR, participa de reportagem do “Bom Dia Brasil” da Rede Globo sobre invasão de hackers durante reuniões virtuais

Luciana Panke durante entrevista à produção do telejornal "Bom Dia Brasil". Arquivo Pessoal

Luciana Panke durante entrevista à produção do telejornal “Bom Dia Brasil”.
Arquivo Pessoal.

Devido ao isolamento social imposto pela pandemia, o número de reuniões virtuais profissionais ou estudantis aumentaram consideravelmente. Ao mesmo tempo, cresceu o número de invasões de hackers vinculadores de imagens de cunho sexual e discurso de ódio durante essas videoconferências online. Tendo sido vítima desses ataques cibernéticos durante videoconferências sobre a participação da mulher na política, a profª Dra. Luciana Panke comentou o assunto no telejornal “Bom Dia Brasil”, exibido na Rede Globo, nesta segunda-feira, 24.

Após a exibição da reportagem em rede nacional, Luciana comentou nas redes sociais a sua participação no telejornal matinal. “Reafirmo que não devemos naturalizar a violência política. (…) as invasões que presenciei como palestrante tratavam de democracia e protagonismo feminino. Dos quatro, três eram internacionais, acentuando que temos muito ainda para evoluir enquanto sociedades até que questões de gênero e de diferença de ideias não se tornem motivo de agressão”, escreveu a pesquisadora em sua página pessoal do Facebook.

Na reportagem, ainda, foram divulgadas dicas por um especialista de segurança digital de como se proteger dessas invasões virtuais, que são consideradas crimes cibernéticos com punição prevista em lei.

Confira a reportagem clicando aqui.

26/08/2020 14h00

Líder do CEL comenta invasões virtuais em lives feministas para a revista “Marie Claire”

logotipo da revista Marie Claire.

logotipo da revista Marie Claire.

O feminismo pode ser genericamente definido como um movimento que objetiva a busca por direitos equânimes e a libertação de padrões patriarcais, baseados em normas de gênero. Nesse sentido, visando o empoderamento feminino na sociedade, mulheres do movimento tem cada vez se dedicado ao discurso em palestras sobre a temática feminista para informar o maior número de mulheres sobre os seus direitos. Com a pandemia e o isolamento social, essas palestras antes presenciais se adaptaram em reuniões transmitidas ao vivo, com mulheres discursando para outras mulheres em salas virtuais. Infelizmente, ataques virtuais organizados por grupos misóginos e sexistas a essas lives viraram uma nova forma de violência contra elas.

Luciana Panke, que além de professora da UFPR, é pesquisadora sobre mulheres na política, comentou o assunto em uma matéria online da revista “Marie Claire”, publicada nesta terça-feira, 25. Luciana, que já foi alvo desses ataques virtuais enquanto participava de conferências sobre sua área de estudo, ressaltou que essa “agressividade” serve apenas para lhe dar forças pra seguir em frente como promotora acadêmica da participação feminina na vida pública.

Confira a matéria completa aqui.

31/08/2020 13h00

“Curitiba tem recorde de candidatas mulheres” à prefeitura: Luciana Panke analisa o assunto em reportagem do jornal “Estadão”

Jornal O Estado de São Paulo, popularmente conhecido como "Estadão".

Jornal O Estado de São Paulo, popularmente conhecido como “Estadão”.

Historicamente, a política ainda é vista como um território tipicamente “dominado por homens”, o que explica a pequena participação feminina em número quando comparada com a masculina. Embora as mulheres figurem nos bastidores dos partidos políticos organizando campanhas eleitorais, assessorias de imprensa e articulando eventos, ainda são “deixadas de lado” quando o assunto é indicação interna para a disputa de cargos políticos. Atualmente, as mulheres são maioria na população brasileira e no eleitorado nacional, mesmo que ocupem aproximadamente apenas 13% dos cargos eletivos.

Para as eleições municipais deste ano, a capital paranaense conta com um novo recorde de candidaturas femininas: são quatro mulheres, entre o total de 18 candidatos. Uma minoria em número, mas um grande avanço na questão do aumento de mais mulheres disputando o protagonismo nos espaços decisórios da vida pública. Como pesquisadora de Comunicação Política da UFPR e uma das maiores referências na América Latina quando o assunto é participação das mulheres na política, Luciana Panke analisou a pauta em uma reportagem online do jornal “Estadão”, nesta segunda-feira, 31.

A professora ainda comentou a polêmica das cotas de gênero dentro dos partidos para a corrida eleitoral. Haveria apoio partidário às candidaturas femininas se não existisse uma obrigação legal quanto a isso?

Confira a reportagem completa aqui.

 

09/09/2020 21h06

Professoras integrantes do CEL-UFPR participam de matéria do telejornal “Acontece Paraná”, da Band TV

Divulgação: Youtube

Divulgação: Youtube

Um partido político pode ser definido como uma organização burocrática e ideológica que tem por objetivo alcançar e exercer o poder político em uma das três instâncias governamentais (federal, estadual ou municipal). Para defender os interesses de uma determinada parcela da população e se organizar para as disputas nas eleições, os partidos dependem do financiamento eleitoral, uma fonte de recursos financeiros provenientes tanto da União quanto de doações de pessoas físicas. Nesse sentido, existem dois fundos que garantem a existência dos partidos políticos: o fundo eleitoral e o fundo partidário.

Ana Claudia Santano, que é Coordenadora da Transparência Eleitoral Brasil, alertou para a diferença entre os dois fundos em matéria do programa “Acontece Paraná”, da rede Band, exibido nesta terça-feira, 8. A pesquisadora ainda ressaltou que, por obrigatoriedade da lei, trinta por cento de ambos os fundos devem ser destinados ao financiamento das campanhas eleitorais femininas, para que os recursos internos sejam divididos de forma equânime entre homens e mulheres atuantes na política.

Luciana Panke, que é pesquisadora da UFPR e autora do livro “Política para as mulheres: desafios e tendências”, analisou na mesma reportagem o financiamento das candidaturas femininas nas eleições municipais. Segundo Panke, os partidos políticos têm uma grande parcela de responsabilidade na questão do protagonismo das mulheres na corrida eleitoral.

Confira a matéria completa aqui.

14/09/2020 11h20

Professor Sérgio Trein, membro do CEL, avalia o perfil do eleitorado porto-alegrense para o Jornal Zero Hora

Jornal Zero Hora Fonte: Site Oficial/Imagens Públicas

Jornal Zero Hora
Fonte: Site Oficial/Imagens Públicas

O eleitorado, quando analisado em nível municipal, apresenta características particulares que devem ser levadas em conta pelos candidatos políticos ao traçar estratégias de campanha eleitoral. Um deles, por exemplo, é o nível de escolaridade dos eleitores que pode sugerir aumento da capacidade crítica e informativa, o que por sua vez influencia no modo de comunicar a população determinada candidatura política.

Porto Alegre, que é a capital do Rio Grande do Sul, destaca-se do restante das cidades gaúchas na área política não apenas por conter o maior colégio eleitoral do estado, mas por apresentar características singulares em seu eleitorado. Essa foi a pauta da matéria “Porto Alegre tem quatro diferenciais em relação ao perfil do eleitorado gaúcho” publicado pelo jornal Zero Hora, nesta sexta-feira, 11. Sérgio Trein, que é coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da UNISINOS e doutor em Comunicação Política, além de membro-pesquisador do CEL-UFPR, destacou na matéria como os quatro diferenciais citados podem estar no “radar” das campanhas políticas no período eletivo.

Confira a matéria completa aqui.

 

 

16/09/2020 20h15

Coordenadora do Portal da Transparência Eleitoral explica as regras para o uso do Fundo Eleitoral em entrevista à rádio CBN Curitiba

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Segundo o Código Eleitoral, os candidatos só podem concorrer às eleições quando são filiados a um partido político. Considerando que cada partido possui inúmeras filiações, é necessário escolher nas chamadas convenções partidárias, os que serão candidatos à cargos eletivos. Hoje, 16, termina o prazo para a realização das convenções que deverão eleger os candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores para as eleições municipais deste ano.

Apartir de agora, uma nova etapa da corrida eleitoral tem início: o registro das candidaturas e as campanhas eleitorais, que são realizadas com recursos provenientes do fundo eleitoral e do fundo partidário. Ana Claúdia Santano, que é Coordenadora da Transparência Eleitoral Brasil e pesquisadora do CEL-UFPR, explicou as normas para utilização de ambos os fundos em entrevista concedida à rádio CBN Curitiba, na última segunda-feira, 14. Santano, que recentemente concluiu o pós-doutorado em Direito Eleitoral, ainda opinou a respeito da utilização de recursos financeiros dos cofres públicos para o financiamento de campanhas políticas.

Ouça a entrevista a completa clicando aqui.

 

18/09/2020 12h34

Professor Sérgio Trein debate as influências negativas das redes sociais no marketing político em entrevista à Rádio Zero Hora, de Porto Alegre

Logotipo: Divulgação

Logotipo: Divulgação

Devido a grande capacidade de compartilhamento de informações em massa, as postagens de redes sociais se tornaram uma poderosa ferramenta de disseminação de fakes news na área política. Diariamente, candidatos e políticos eleitos são alvo de ataques virtuais baseados em desinformações geradas por robôs através de perfis falsos. Esse processo tem se tornado cada vez mais comum durante os períodos de campanha eleitoral, quando a manipulação através das falsas notícias tem por objetivo mudar a escolha política do eleitor na hora do voto.

Comentando esse assunto, o professor Sérgio Train, que tem doutorado em Comunicação Sociopolítica, debateu as influências negativas que as redes sociais podem ter no marketing eleitoral em entrevista concedida à rádio gaúcha Zero Hora, no programa matinal Gaúcho Atualidades desta quinta-feira, 17. A temática recentemente voltou aos holofotes da mídia após uma matéria publicada pelo portal G1 com a denúncia de uma ex-cientista de dados do Facebook sobre a existência de campanhas de manipulação na rede, especialmente durante as últimas eleições presidenciais brasileiras. Trein, que é pesquisador do CEL-UFPR e autor do livro “Comunicação Política no Espaço Urbano”, sugeriu a existência de um mecanismo de contenção e punição das fake news no ambiente virtual como solução para esse problema que causa danos à democracia.

Ouça a entrevista completa clicando aqui.

Confira a matéria do G1 citada pelo clipping clicando aqui.

 

08/10/2020 16h00

Curitiba tem primeira candidata transgênero à prefeitura: Luciana Panke comenta o assunto em matéria do jornal “Valor Econômico”

Divulgação: Imagens Públicas.

Divulgação: Imagens Públicas. Fora da bolha progressista, Letícia Lanz pretende conversar com todo o eleitorado, caso seja eleita.

Pela primeira vez, a capital paranaense tem uma candidata transgênero concorrendo à prefeitura municipal. A candidata Letícia Lanz é economista e psicanalista, mestre em Sociologia pela UFPR e autora do livro “O corpo da alma”, que conta a sua trajetória até assumir-se como uma mulher transgênera, após cinquenta anos vivendo como homem. A candidata do Partido Socialista e da Liberdade (PSOL) entra na disputa em parceria com advogada Giana de Marco como vice-prefeita. Juntas, Letícia e Giana compõem a chapa eleitoral que tem por objetivo “construir uma Frente Única de Luta para derrotar os avanços da extrema-direita que ameaça os direitos, a democracia e a vida dos brasileiros”, conforme aponta texto oficial publicado pelo partido.

Luciana Panke, que tem doutorado em Comunicação Política pela USP e é autora do livro “Política para mulheres: desafios e tendências”, comentou o assunto em matéria do Jornal Valor Econômico, do grupo Globo, publicado na segunda-feira passada, 28 de setembro. Ativista pelo aumento da participação feminina na política, a pesquisadora salientou que o foco dado a candidatura de Letícia apenas pelo fato de ser trans também é uma forma de violência política direcionada às mulheres. Afinal, a candidata do PSOL possui um extenso currículo acadêmico e profissional que merece tanto destaque quanto o seu pertencimento à comunidade LGBT.

Confira a matéria completa clicando aqui.

 

18/10/2020 14h00

Luciana Panke avalia o aumento das candidaturas religiosas para as próximas eleições em matéria do jornal “Gazeta do Povo”

 

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

O contexto pandêmico provocou mudanças significativas no perfil das candidaturas políticas. Segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), houve um expressivo aumento no quantitativo de profissionais da saúde, militares e líderes religiosos que decidiram entrar na corrida eleitoral pelas prefeituras e câmaras de vereadores de todo o país. Essa pauta esteve em foco em uma matéria publicada pelo jornal “Gazeta do Povo” nesta terça-feira (13), e que contou com participação da líder do CEL-UFPR, Luciana Panke.

Na notícia, a pesquisadora universitária apresentou dois motivos que explicam o aumento das candidaturas religiosas nas eleições municipais deste ano. Segundo Panke, as incertezas quanto ao futuro em meio a pandemia intensificou a busca das pessoas pela espiritualidade o que, consequentemente, impactou até mesmo na política partidária.

Confira a matéria completa clicando aqui.

18/10/2020 15h00

Líder do CEL comenta o aumento do número de candidatas à prefeitura de Curitiba em programa da Rádio CBN Curitiba

Imagem: Logotipo CBN Curitiba

Imagem: Logotipo CBN Curitiba

Para as eleições municipais deste ano, a capital paranaense alcançou um recorde no que diz respeito às candidaturas femininas. Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral, houve um aumento no número de mulheres que entraram na disputa pelos lugares na Câmara de Vereadores e pela chefia do executivo na Prefeitura Municipal: das 1181 candidaturas aos cargos de vereadores, 33% são mulheres,  e dos 16 candidatos ao cargo de prefeito da cidade, 6 são do sexo feminino. Embora o aumento em termos quantitativos represente um avanço na maior inserção das mulheres na política partidária, os números ainda podem ser considerados baixos levando em conta outras estatísticas eleitorais, como, por exemplo, o fato de que as mulheres são maioria no eleitorado do Paraná. Então, como explicar a baixa ocupação de cargos públicos pelo público feminino?

Para responder a essa pergunta, a Rádio CBN Curitiba convidou a líder do CEL, Luciana Panke, que é doutora em Comunicação Política e autora do livro “Política para mulheres: desafios e tendências”, para participar de seu programa vespertino desta terça-feira, 13. Durante a entrevista,  a pesquisadora ressaltou a necessidade de maiores ações afirmativas para a promoção da presença da mulher em cargos de liderança pública e a importância das cotas femininas nos partidos políticos. Afinal, em uma democracia representativa, é mais do que essencial normalizar a presença da mulher nos espaços de poder.

Confira a entrevista completa clicando aqui.

09/11/20 14h00

Luciana Panke discute temática das candidaturas de mulheres e negros nas eleições municipais para o Paraná Portal

Arquivo/Luis Macedo/Agência Câmara

Arquivo/Luis Macedo/Agência Câmara

O cenário das candidaturas nas eleições municipais apresentou um pequeno avanço na participação de mulheres e negros, em comparação com as eleições anteriores. Entretanto, no Paraná, o perfil médio dos candidatos ainda contempla e favorece um grupo específico: homens, brancos, casados, 40 a 44 anos, com Ensino Médio completo.

Em entrevista ao Paraná Portal concedida nesta terça-feira, 03, Luciana Panke, que é pós-doutora em Comunicação Política e autora do livro “Política para mulheres: desafios e tendências” discutiu a temática, chamando atenção para a importância das leis afirmativas e o impacto da pandemia nas candidaturas femininas. Segundo a pesquisadora, as políticas públicas podem e devem abrir espaço para a diversidade e representatividade na política eleitoral.

Leia matéria na íntegra aqui.